quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Busk - Ferramenta da Web 2.0
Veja a apresentação feita pelo nosso grupo sobre a ferramenta, na aula do dia 14/10/2010:
Não deixe de assistir esse vídeo muito legal sobre o Busk. Ele dá todos os detalhes e explica o uso da ferramenta e fala sobre suas funcionalidades:
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Produção - Os Mashups e sua utilização na Web 2.0
Produção - Mashups e músicas
O ponto desta produção é um ponto que é muito falado mas pouco abordado na questão da Internet, os Mashups de músicas. O termo normalmente é utilizado por músicos (mais comumente DJs) para caracterizar uma música que é composta pela junção ou sobreposição de duas ou mais músicas. Essa prática é muito frequente entre os DJs e, inclusive, muito bem vista pelos fãs de música eletrônica.
É interessante frisar que a utilização do termo Mashup não é errado, uma vez que caracteriza a produção de um item através da composição de outros ítens, ou seja, uma música que é formada por diversas músicas agregadas de maneira satisfatória.
Contudo, existem mecanismos para facilitar e automatizar os mashups de músicas disponíveis na Web. Esses mecanismos possibilitam uma aproximação do termo Mashup utilizado para a internet e o termo Mashup utilizado musicalmente. Esses mashups utilizam APIs disponibilizadas por sites de músicas para compor as músicas e até utilizam uma certa "semântica" para fazer a agregação dessas músicas. Podemos considerar também que a formação de Playlists automaticamente de acordo com os gostos musicais de um usuário ou com o que ele escuta na internet uma forma de Mashup.
Síntese - Web 2.0 for Rookies: Mashups
Síntese - Mashups e playlists
Podemos considerá-las mashups uma vez que elas agregam as músicas e geram uma reprodução constante e initerrupta. As playlists são únicas e variam de acordo com o surgimento de novas músicas e das novas músicas acrescentadas pelos usuários.
Os usuários são capazes de organizar as músicas pela sua preferência e até mesmo descobrir novas músicas através de sugestões feitas por outros usuários ou até mesmo pelo próprio sistema.
http://portal.acm.org/citation.cfm?id=1283880.1283885
Síntese - More than a mashup
O ponto do artigo é: uma pessoa não precisa ser um músico exímio e/ou tocar muito bem um instrumento para ser um produtor musical e expressar sua criatividade musical. É possível que uma pessoa que domine a arte de fazer mashups ser muito mais reconhecida do que uma pessoa que compõe músicas originais. Esse fato se deve à capacidade que eles têm de refinar uma música e melhorar assim sua qualidade.
Para isso é importante conhecer as tecnologias disponíveis para fazer esse tipo de mashup para potencializar o trabalho e ter realmente uma melhora de qualidade.
http://erikhawkins.berkleemusicblogs.com/2008/01/18/more-than-a-mashup/
Síntese - Earth Album: browse the globe in pictures with this mashup of Flickr and Google maps
Síntese Mashups de Música e a Web Semântica
Este ano a ABC lançou três websites de redes sociais de radios digitais. Esses websites agregam músicas de diversas fontes como MusicBrainz, YouTube, Last.fm e Wikipedia. Esse conteúdo é agregado automaticamente de acordo com a sua produção na Web. É aí que entram os princípios da Web Semântica, em que as músicas são identificadas de acordo com seu ritmo e o local onde é disponibilizada e o mashup é disponibilizado no website da ABC.
Os sites agregam fotos dos artistas, biografias e discografias, letras de músicas, vídeos relacionados, músicas relacionadas e notícias sobre os artistas.
A ABC cita também a disponibilização de medias na internet como uma forma de tornar o usuário um colaborador ao invés de um vilão no consumo de música. O usuário é uma fonte de divulgação e propagação da identidade de um artista podendo assim fazer com que ele possa adquirir certo reconhecimento num tempo muito menor do que a alguns anos atrás.
Artigo base:
http://www.computerworld.com.au/article/321730/abc_music_mashup_shows_off_semantic_web/
Síntese - Mashup traz locais das multas do Street View
Capturas sobre Mashups
http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/mashup-traz-locais-das-multas-do-street-view-31052010-31.shl
2. "Earth Album: browse the globe in pictures with this mashup of Flickr and Google maps"
http://www.freewaregenius.com/2009/05/23/earth-album-browse-the-globe-in-pictures-with-this-mashup-of-flickr-and-google-maps/
3. "Mashups com crowdsourcing"
http://techbits.com.br/2007/mashups-com-crowdsourcing/
Produção - Arquitetura e tecnologia dos Mashups
Em Mashups: The New Breed of Web Applications, Duane Merrill propõe que, em termos de arquitetura, uma aplicação mashup é constituída pelos seguintes elementos:
- Provedores de conteúdo (ou de APIs),
- o mashup site,
- a aplicação cliente (tipicamente, um navegador).
Os provedores de conteúdo normalmente publicam seu conteúdo através de APIs, que implementam protocolos ou paradigmas de interação baseados nos princípios REST, tais como RSS, Atom ou SOAP. Em alguns casos, o provedor de conteúdo não foi necessariamente preparado para ser utilizado por outra aplicação. Ou seja, seu conteúdo é utilizado na composição de um mashup, sem que o criador do site ou aplicação o tenha concebido para tal tipo de interação. Nestes casos, como não há uma API previamente definida, os construtores de mashup podem utilizar uma técnica chamada de screen scraping para obter conteúdo desses sites.
Uma outra forma de publicar conteúdo para a construção de mashups é através de widgets, que são pedaços de códigos que podem ser incorporados pelas aplicações mashup.
O mashup site é onde reside a lógica da aplicação. Não necessariamente a execução da aplicação (ou de parte dela) ocorrerá no servidor do mashup site. Isto porque várias partes da aplicação poderão ser executadas no provedor de conteúdo ou na aplicação cliente (browser).
Um dos principais exemplos de mashup site é o http://chicagocrime.org/. Neste caso, Google Maps (fornecendo os mapas) e o Departamento de Polícia de Chicago (fornecendo os dados das ocorrências de crime) são os fornecedores de conteúdo.
De fato, pode-se entender que o grande diferencial desse tipo de aplicação está na possibilidade de combinar dados resultantes de computação em vários pontos (nos três elementos da arquitetura) para obter o resultado final do mashup.
A aplicação cliente tipicamente é um navegador sendo executado no computador do usuário. Nele executa-se a lógica para a apresentação do conteúdo. Muitas vezes, utiliza-se alguma lógica rodando no cliente para compor e agregar o conteúdo, além da apresentação propriamente.
Ao analisar a arquitetura proposta, percebe-se que essa baseia-se num paradigma que, de certa forma, já era utilizado pelos protocolos e padrões da web. Ao utilizar pequenos “pedaços” de software, como os antigos contadores de acesso, ou mesmo pedaços de client-side code (como os códigos em JavaScript), os criadores de sites já estavam, de certa forma, montando mashup applications.
Assim, não seria errado entender que os mashups são, na verdade, uma natural evolução dos paradigmas anteriores, com a possibilidade de agregar conteúdo mais dinâmico (extraídos de bases de dados), e de apresentá-los em formatos distintos, combinados com outras informações.
Neste ponto, é interessante apresentar algumas das tecnologias e padrões que suportam o conceito de mashups. Tome-se como base os três elementos considerados os componentes de uma aplicação mashup.
Os provedores de conteúdo publicam serviços ou APIs para que outras aplicações obtenham informações de seus sites. De maneira ideal, esses serviços ou APIs devem funcionar de acordo com os princípios de arquitetura conhecidos como REST.
REST é definido por Roy Thomas Fielding como “um estilo de arquitetura para sistemas distribuídos de hipermídia”. REST define um conjunto de propriedades com ênfase na escalabilidade, uso de interfaces genéricas, implantação de componentes independentes, além do uso de componentes intermediários para reduzir latência, prover segurança e encapsular sistemas legados.
Mas, além dessas tecnologias básicas da web, pode-se identificar outras tecnologias mais recentes (ou seria melhor dizer, modelos de aplicações), cuja evolução permitiu o surgimento e a disseminação dos mashups. Não se pretende que a lista a seguir seja extensiva, dada a diversidade e o dinamismo da web, mas podemos citar Web feeds, Ajax, Web Services, SOAP, Screen Scrapping e Web semântica RDF.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Capturas Mashups de Músicas
- Exemplos de Mashups de música
- Página sobre música digital. Ensina como criar Mashups de música e disponibiliza vários exemplos
- Mashups de música antes da Internet: das fitas cassetes e do vinil até a era digital.
- A nova geração de músicos e ouvintes: O sucesso dos Mashups de música atualmente.
- Lista de APIs de músicas online e de ferramentas para Mashup de músicas
http://www.masher.com/
http://new.music.yahoo.com/
- Mashup do Google Maps: Mapas de música. Não é um mashup de músicas mas sim de mapas do Google Maps mostrando a produção musical e os artistas de uma região.